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Cirurgia

Retirada de verruga

Tratamento de verrugas por cauterização ou outras técnicas, conforme o tipo, o local e a quantidade de lesões.

Duração
Procedimento rápido
Recuperação
Cuidados locais
Orçamento
Sob avaliação

Consulta particular · R$ 600 · 60 minutos, com retorno em até 30 dias.

Reserva de R$ 150 via Pix, abatida da consulta. Saldo de R$ 450 em até 3 vezes no cartão. Opção de consulta integral via Pix.

Agendamento para avaliação médica. Cirurgias e outros procedimentos têm orçamento separado.

Quem atendeDr. Rodrigo Alves
Dermatologista · CRM-SP 191.578 · RQE 92.094
4,9 · 71 avaliações no Google
A consulta60 min com o médico, retorno de 30 min incluso em até 30 dias
PagamentoAtendimento particular
Nota fiscal para solicitar reembolso, conforme as regras do plano
Onde ficaHelbor Downtown Offices & Mall
R. Euclídes Miragaia, 145, sala 1209 · Centro, São José dos Campos
Estacionamento pago no prédio · como chegar
Falar no WhatsApp(12) 99750-6135 · agendamento
O procedimento

As verrugas têm origem viral e respondem a diferentes abordagens — cauterização química, eletrocauterização ou curetagem. A escolha depende do tipo, da localização e do número de lesões, avaliados na consulta.

Quando procurar
  • Verrugas em mãos, pés ou rosto
  • Lesões que se multiplicam ou incomodam
  • Verrugas que não respondem a tratamentos prévios
Perguntas frequentes
Pode voltar depois?+

Por serem de origem viral, há chance de recidiva. Acompanhamento ajuda a tratar novas lesões cedo.

Tipos de verruga e como cada uma se comporta

Verruga é sempre causada pelo HPV cutâneo, mas o local muda tudo: o aspecto, o incômodo e o tratamento indicado.

Verruga plantar, o "olho de peixe". É a que aparece na sola do pé. Como o peso do corpo empurra a lesão para dentro, ela cresce em profundidade e dói ao pisar, dando a sensação de pedra no sapato. Costuma ter pontinhos escuros no centro (vasos coagulados) e interrompe as linhas naturais da pele, o que a diferencia de um calo. É a mais desconfortável e a que mais exige paciência no tratamento.

Verruga filiforme. Fina e alongada, como um fiozinho de pele. Aparece em pescoço, pálpebras, ao redor da boca e no rosto. Incomoda mais pelo aspecto e por enroscar na roupa ou na lâmina de barbear.

Verruga vulgar. A clássica das mãos e dos dedos, com superfície áspera e aspecto de couve-flor. Comum em crianças e em quem roe unha ou tira cutícula, porque a pele machucada é porta de entrada.

Verruga periungueal. Ao redor ou embaixo da unha. É das mais teimosas, porque a unha protege o vírus, e pode chegar a deformar a lâmina ungueal.

Uma observação que costuma tranquilizar: os tipos de HPV que causam verruga em mãos e pés não são os mesmos associados a lesões genitais. São vírus da mesma família, com comportamento diferente.

Métodos de remoção e quando cada um é indicado

Não existe um método que seja o melhor para todas as verrugas. A escolha depende do tipo, do tamanho, do local, da idade do paciente e de quantas lesões existem.

Cauterização (eletrocoagulação). A lesão é destruída com corrente elétrica, sob anestesia local. Vantagem: resolve numa sessão na maioria dos casos e permite tratar várias lesões de uma vez. É especialmente prática em verrugas filiformes e vulgares.

Crioterapia. Congelamento com nitrogênio líquido, provocando destruição controlada e resposta imune local. Costuma exigir sessões repetidas com intervalo de duas a três semanas. Boa opção em lesões pequenas e múltiplas.

Exérese cirúrgica. Retirada com bisturi, reservada a casos selecionados. Na planta do pé há um cuidado específico: cicatriz em área de apoio pode incomodar mais do que a verruga original, então essa escolha é feita com critério.

Tratamentos tópicos. Ácido salicílico em concentração adequada, com preparo correto da lesão, tem papel real, sobretudo em verruga plantar e em crianças. Depende muito de constância.

Imunoterapia e outras técnicas, em lesões resistentes ou muito numerosas.

O raciocínio que sigo é começar pelo que resolve com menor risco de sequela naquele local e reavaliar a cada retorno. Verruga plantar, em particular, costuma pedir mais de uma sessão, e prefiro dizer isso antes a prometer sessão única.

O que não funciona (e o que atrapalha)

Alguns hábitos aparecem em quase toda consulta e vale registrar:

  • Cortar ou lixar em casa. Remove só a camada de queratina de cima. O vírus continua, a lesão volta e o risco de infecção aumenta.
  • Queimar com produto caseiro. Provoca queimadura na pele sadia ao redor e pode deixar marca permanente sem atingir a lesão.
  • Discos de calo comprados sem diagnóstico. Se a lesão for verruga e não calo, o efeito é limitado e a queimadura na borda é comum.
  • Deixar para depois. Verruga se multiplica por autoinoculação: uma vira três, três viram dez. Quanto antes tratar, menos sessões.

Também vale saber quando a lesão não é uma verruga simples. Lesões que sangram sem trauma, que crescem rápido, que mudam de cor ou que não respondem a tratamento adequado merecem avaliação, porque outras condições podem se parecer com verruga.

Para reduzir a chance de reinfecção: chinelo em vestiário e piscina, secar bem os pés, não compartilhar toalha, alicate ou lixa, e não usar o mesmo instrumento na lesão e na pele sadia.

Cirurgia · São José dos Campos

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